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A estação de Barca d’Alva

 

Evocada no livro “A Cidade e as Serras” de Eça de Queiroz, a estação ferroviária de Barca d’Alva constituía uma importante paragem do comboio rápido que fazia a ligação entre Porto e Paris. Esta importância é visível na indicação “Grande Velocidade” por cima da porta central. 

Todas as portas da estação se encontram legendadas.

Todas as portas da estação se encontram legendadas.

 
O gabinete do chefe era um local importante. Aqui era feita a comunicação com a estação de La Fregeneda.

O gabinete do chefe era um local importante. A partir daqui era feita a comunicação com a estação de La Fregeneda.

 

Esta estação está encerrada ao tráfego ferroviário desde 1987 e hoje encontra-se abandonada e vandalizada. No entanto, ainda subsistem diversas construções que eram utilizadas como apoio à circulação de comboios. 

O velho depósito de água, importante apoio para as locomotivas a vapor, ainda se mantém de pé.

O velho depósito de água, importante apoio para as locomotivas a vapor, ainda se mantém de pé.

 

Graças à plataforma giratória, as locomotivas a vapor podiam fazer inversão de marcha.

Graças à plataforma giratória, as locomotivas a vapor podiam fazer inversão de marcha.

 

Será que o apito do chefe da estação e o som dos rodados das carruagens alguma vez voltarão a ser ouvidos na estação de Barca d’Alva?

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