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Puente de Pollo Valente

 

A seguir ao sexto túnel surge a etapa mais complicada da caminhada: trata-se da terceira ponte – Puente de Pollo Valente. Esta ponte apresenta a característica rara de ter o seu traçado em curva.

A ponte Pollo Valente é composta por três segmentos de recta não parelelos.

A ponte Pollo Valente é composta por três segmentos de recta não parelelos.

  

A ponte encontra-se em bastante mau estado: devido a um incêndio, a passadeira lateral já não existe, não sendo por isso possível utilizá-la. Por outro lado, as travessas da via encontram-se queimadas, pelo que também não se pode fazer a travessia entre os carris. Não havendo forma de evitar a ponte, seguindo por baixo, já que esta se situa entre dois túneis e as rochas junto à boca dos túneis são demasiado íngremes, há que efectuar o percurso usando as alternativas existentes – as estreitas passadeiras de metal que ladeiam os carris. 

Devido a um incêndio, a maioria das travessas da ponte apresenta-se em mau estado.

Devido a um incêndio, a maioria das travessas da ponte apresenta-se em mau estado.

  

Estas passadeiras são estreitas e a sua superfície é algo irregular, pelo que a travessia deve ser feita com o máximo cuidado. O corrimão lateral pode ser usado como ponto de equilíbrio, mas não deve ser usado como forma de apoio, já que se apresenta pouco seguro.

A travessia desta ponte pode demorar apenas 2 minutos ou mais de 20 minutos, consoante as vertigens dos caminhantes.

Gonçalo Carvalho, sem disfarçar as vertigens, avança cautelosamente sobre a passadeira direita.

Gonçalo Carvalho, sem disfarçar as vertigens, avança cautelosamente sobre a passadeira direita.

 

 Na imagem seguinte pode ver-se a perspectiva desta mesma ponte após a travessia. Repare-se que faltam várias travessas no segmento final.

Perspectiva da ponte Pollo Valente após a travessia, junto à entrada do sétimo túnel.

Perspectiva da ponte Pollo Valente após a travessia, junto à entrada do sétimo túnel.

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