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Os últimos dois quilómetros

 

A paisagem modificou-se e deixou de ser tão agreste. Os rochedos deram lugar ao mosaico agrícola.

O Rio Águeda, que ainda há poucos quilómetros era um pequeno ribeiro, tornou-se num curso de água de dimensão considerável. 

Na parte final do percurso o rio Águeda já não corre no seu leito natural.

Na parte final do percurso o rio Águeda já não corre no seu leito natural.

  

Mas é difícil reparar nestas coisas. Após mais de cinco horas de caminhada, já só pensamos no almoço.

Ainda por cima a parte final do percurso é bastante dura: os túneis 18 e 19 distam entre si mais de dois quilómetros, não havendo por isso pontos de descanso à sombra.

Entre os quilómetros 75 e 77, com o sol a pino e sem qualquer túnel, a caminhada é difícil.

Perto do final do percurso há um hiato de 2 km sem túneis. Com o sol a pino, a caminhada é difícil.

 

Chegamos por fim à Puente de Las Almas, a última em percurso espanhol. 

Ao fundo já se vê a Ponte Internacional sobre o Rio Águeda.

Entrada na ponte de Las Almas; ao fundo já se vê a Ponte Internacional sobre o Rio Águeda.

 
Depois de tudo o que já passámos, esta ponte não oferece qualquer dificuldade.

Esta ponte tem a passadeira em bom estado e não oferece qualquer dificuldade.

 

Logo a seguir à ponte, o décimo nono túnel passa por baixo da rodovia e, logo a seguir, surge o tão esperado vigésimo túnel.

É com grande satisfação que Pedro Teixeira assinala a entrada no último túnel....

É com grande satisfação que Pedro Teixeira assinala a entrada no último túnel....

 
Sim, não há dúvida: é mesmo o número 20!

Sim, não há dúvida: é mesmo o número 20!

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